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Third ProZ.com Translation Contest

Engelska to Portuguese (EU)


Finalists:6

Source text:

The problem of being awkward with introductions is not, for many, an “unusual situation.” You may find that you are often uncertain about whether to introduce someone using their first name, last name, or both; about whether to use a qualifier (“this is my friend, ______”); even about whether or not it is in fact your responsibility to introduce two people in a given situation. But all of this is small potatoes compared with the seemingly inevitable mingling nightmare of having to introduce someone whose name you have forgotten.

It’s one thing to forget someone’s name if you’ve met them only once or twice, or if you haven’t seen them in a while. But all too often it’s someone whose name you really should know, and who is going to be insulted to find out you don’t. In other words, a faux pas in the making.

This is absolute agony when it happens, and I’ve watched hundreds of minglers try to deal with different ways, ranging from exuberant apology (“Oh GOD, I’m so sorry, JEEZ, wow, I can’t believe I’ve forgotten your name!”) to throwing up their hands and walking away. But there are better ways to deal with this kind of mental slip. Next time you draw a blank while making introductions, try the following ploy:

Force them to introduce themselves. This is the smoothest and most effective way to handle your memory lapse. When it’s done well, no one will ever suspect you. If you have forgotten one person’s name in the group, turn to that person first and smile. Then turn invitingly to a person whose name you do remember and say, “This is Linden Bond,” turning back casually toward the forgotten person. The person whose name you haven’t mentioned yet will automatically (it’s a reflex) say “Nice to meet you, Linden, I’m Sylvia Cooper,” and usually offer a hand to shake.


Entry #1004 - Points: 20 - WINNER!
Carla Araújo
O problema da falta de jeito para apresentações não é, para muitos, uma “situação invulgar”. Poderá verificar que, muitas vezes, terá dúvidas quanto a apresentar alguém pelo nome próprio, pelo apelido ou por ambos; quanto a utilizar uma pequena introdução (“este é o meu amigo ______”); mesmo quanto ao seu dever de apresentar duas pessoas numa determinada situação. Mas isto não é nada comparado com o pesadelo aparentemente inevitável de ter de apresentar alguém e não se Show full text

Entry #894 - Points: 17
Rafa Lombardino
Para muitos, o problema de ser deselegante ao apresentar alguém não é uma “situação atípica”. Você pode perceber que geralmente não tem certeza se deveria apresentar alguém usando o nome, o sobrenome ou ambos; se deveria usar um qualificativo (“este é meu amigo, ______”), ou até mesmo se é você quem tem a responsabilidade de apresentar duas pessoas em uma determinada situação. Porém, tudo isso não tem muita importância se comparado ao pesadelo social aparentemente inevitável Show full text

Entry #818 - Points: 15
Anonymous
Sentir-se desconfortável quando tem que se apresentar alguém não é, para muitos, uma "situação fora do normal". É comum apercebermo-nos de que não sabemos se devemos apresentar alguém usando o primeiro nome, o apelido, ou ambos. Não sabemos se havemos de usar um qualificador ("este é o meu amigo, _____"), e até nem temos a certeza se de facto é ou não da nossa responsabilidade apresentar duas pessoas numa determinada situação. Mas tudo isto são feijões comparados com o aparentemente Show full text

Entry #1120 - Points: 15
Mário Seita
O problema de nos sentirmos deslocados nas apresentações não é, para muitos, uma "situação fora do comum". Pode acontecer não sabermos muitas vezes como apresentar alguém: se pelo primeiro, pelo último nome, ou usando ambos; se é apropriado usar um qualificativo: (“este é o meu amigo, ______”); até mesmo se a responsabilidade de apresentar duas pessoas numa determinada situação é nossa ou não. Mas tudo isto são ninharias comparado com o aparentemente inevitável pesadelo social Show full text

Entry #878 - Points: 10
Anonymous
Atrapalhar-se ao fazer apresentações não é, para muitos, uma “situação incomum”.  Você pode descobrir-se freqüentemente indeciso quanto a apresentar alguém usando o primeiro nome, o sobrenome, ou ambos; quanto a usar uma classificação (“este é meu amigo, --------“); até mesmo, se é, ou não, sua responsabilidade apresentar duas pessoas em determinada situação. Mas tudo isso são detalhes, comparado com o aparentemente inevitável e confuso pesadelo de ter que apresentar Show full text

Entry #1062 - Points: 10
OCRamos
A questão de não se sentir à vontade ao apresentar alguém não é, para muitos, uma “situação incomum”. Surge com freqüência aquela dúvida se deve-se apresentar uma pessoa pelo prenome, sobrenome ou ambos;  ou então se é melhor usar uma frase introdutória (“este é meu amigo …”); até mesmo se é ou não sua responsabilidade apresentar duas pessoas num dado momento. Mas isso não é nada comparado com o inevitável sufoco de ter que apresentar alguém cujo nome você Show full text

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